Benchmarks não são estratégia: um grande erro das empresas!
Você já viu alguém tentando copiar a dieta do The Rock e achando que vai ficar igual a ele?
Pois é. No mundo dos negócios, acontece a mesma coisa. Empresas olham para benchmarks como se fossem um mapa do tesouro, mas na verdade estão apenas copiando um caminho que não foi feito para elas
O mercado está cheio de frases como:
📊 “Nosso concorrente faz assim, então também precisamos.”
📈 “Se a média do setor é essa, devemos seguir.”
O problema? Isso não é estratégia. É comodismo.
Benchmark serve como referência, mas seguir cegamente dados externos te impede de criar vantagens competitivas. Se os maiores cases do mundo tivessem se baseado no que já existia, a Tesla não teria revolucionado o mercado automotivo, a Apple não teria inventado o iPhone e o Nubank não teria transformado a experiência bancária no Brasil.
As métricas dos outros refletem os desafios e objetivos deles. Se sua empresa copia sem entender o contexto, está jogando um jogo que nem foi feito para ela.
O caminho mais inteligente é criar seus próprios parâmetros. O que realmente move o seu negócio? O que indica crescimento sustentável para você? A Netflix, por exemplo, não foca apenas em novos assinantes, mas no tempo de retenção. Porque ela sabe que isso define sua longevidade no mercado.
Benchmark é um ponto de partida, não um destino. Quem segue os outros nunca lidera.
O que você pensa sobre isso?

Felippe Absror Blauth
Há mais de 25 anos transformo empresas com soluções estratégicas, baseadas em dados e tecnologia.
Já ajudei marcas como Novartis, Tokio Marine, PayPal, GoodStorage, Vivo, Einstein, Gerdau e Nespresso a repensar suas estratégias, escalar de forma inteligente e gerar resultados concretos.
Meu foco?
Entender profundamente o negócio, as pessoas e sugerir o inesperado, criando um futuro mais impactante para as empresas.